Monthly Archives: Maio 2012

Vampiro – A Máscara

Cambada, mais de um ano sem jogar!!!

Bora fazer o revival?!

Saudações Lendárias! Relembrando, Vampiro – A Máscara foi lançado  no ano de 1991 pela editora White Wolf, fundada na mesma década de sua primeira publicação. O jogo foi idealizado por Mark Rein Hagen.

A White Wolf

White Wolf Game Studio é uma empresa fundada por Stewart Wieck, seu nome deriva de um dos apelidos de Elric de Melniboné, o protagonista dos livros de fantasia de Michael Morcook. A editora contou com um inicio bastante humilde. Iniciaram com o fanzine Arcanum, um fanzine com tiragem de 30 exemplares em junho de 1986. Em agosto desse mesmo ano mudam o nome para White Wolf. O número de cópias se multiplicou assombrosamente devido ao êxito, tanto é assim, que seu número 8 já contava com 10.000 exemplares. Para então, seu nome ser alterado para White Wolf Magazine.

Para muitos, o conceito de fanzine é obsoleto, mas vender dez mil cópias de uma revista sobre RPG é um grande feito. A White Wolf Magazine se colocou entre os primeiros do gênero, mas faltava criar um jogo de RPG próprio. Por outro lado, existia uma pequena editora que havia lançado um jogo de temática e sistema originais. A Lion Rampant era esta editora, e seu jogo era Ars Mágica. Nele se interpretavam homens capazes de criar maravilhas com sua própria força de vontade, na Europa Mítica onde todas as lendas e criaturas mágicas eram realidade, mas ocultas do mundo mundano. O sistema de jogo foi uma revolução, tanto que até hoje é considerado o mais simples e eficaz.

Ars Mágica era obra de Jonathan Tweet, em sua mecânica, e de Mark Rein Hagen, com suas idéias criativas. Desde o primeiro momento, o fanzine White Wolf Magazine o cobriu em extensos e numerosos artigos, em 1990, aproveitando certos problemas da Lion Rampant e a saída de Tweet (que foi para a Wizards of the Coast), ambas as editoras se fundem e estabelecem o nome White Wolf (WW).

É um erro comum acreditar de que o primeiro RPG da White Wolf foi Ars Mágica, mas podemos comprovar na primeira e segunda edição o nome da editora Lion Rampant. A terceira (considerada maldita por seus seguidores) foi a primeira lançada pela White Wolf. Depois disto, passaria para outras mãos, falaremos de Ars Mágica no futuro. Assim, em 1990 entrava na White Wolf um escritor chamado Mark Rein Hagen, famoso pelo jogo supracitado e que um ano depois voltaria a revolucionar o mercado.

A Primeira Máscara

Rein Hagen tinha muitas idéias na cabeça. Depois Ars Mágica, pretendia criar um jogo  com ambientação nos tempos atuais, um jogo de magos modernos, também tinha certas idéias sobre um jogo de fantasia dividido em distintas ambientações conectadas entre si, uma terceira idéia tratava de algo que queria chamar de Inferno – onde se interpretava os mortos no Purgatório, mas dizem que a única copia deste RPG foi acidentalmente destruído num incêndio e que por isso não foi lançado. Destas idéias, saiu Vampiro: A Máscara.

O livro apresentava uma envocada capa com uma rosa, o ankh e o mármore verde, cuja ambientação era escura, gótica, e bastante atenta ao mercado de RPG da época. Apesar de haver algumas coincidências com os romances de Anne Rice, o RPG se centrava mais nas lutas de poder, política e conflitos entre os clãs. Com uma ambientação sólida do que chamaram de punk-gótico. Traduzindo: atmosfera pessimista, catastrófica e trágica. Seres sem alma que lutam pelo poder e consigo mesmo, uma vez que a Besta  clama de seus interiores.

Como Jonathan Tweet, estava em outra editora, Rein Hagen contou com Tom Dowd para construir um sistema de jogo rápido e simples que complementara a idéia do Storyteller System, o Sistema Narrativo. Daí nasceu o sistema que permaneceu praticamente inalterado até o fim do antigo Mundo das Trevas. O primeiro Vampiro – A Máscara não era muito diferente do que acabou sendo a terceira edição. Os vampiros continuavam dividindo-se em clãs, mas eram apenas sete clãs da Camarilla, mas num total de 13 clãns contando com os Sabbats e Independentes.

 

Os Clãns da Camarilla:

Brujah: herdeiros da sabedoria da babilônia, caídos em desgraça por matar seu fundador e convertidos em um clã de rebeldes que sempre questionam as Tradições.

Gangrel: cujo fundador ainda segue envolvido na salvaguarda de sua progênie devido a sua natureza: são ciganos, e sempre desejam manter-se independente e livres dos jogos de poder da Jihad, a eterna luta entre os clãs, de todos os clãns podemos dizer que eles são os que mais se identificam com o grande inimigo dos Vampiros, os Lobisomens.

Malkavian: cujo fundador e progênie foram amaldiçoados  por Cain, o primeiro vampiro, com a loucura, o qual os relega a um lugar periférico na sociedade vampírica.

Nosferatu: aqueles que escolhem os mais depravados entre os mortais, malditos com uma aparência horrível por causa da crueldade de seu fundador, sua Besta interior é muito fácil de invocar e estão entre os mais frios vampiros.

Toreador: aqueles que foram rebeldes a seus fundadores e hoje vivem independentes, quase sem organização,  com uma única aspiração e paixão: a arte.

Tremere: um clã de historia muito curta, pois se conta que mil anos atrás um magos atrevidos capturaram um poderoso vampiro para converterem-se  a eles mesmo em imortais. Praticantes da magia chamada Taumaturgia, é o clã cuja hierarquia é mais solida e hermética de todas.

Ventrue: cujo fundador foi assassinado por um Brujah, são portanto, independente dos desígnios de um Antediluviano (como são chamados os fundadores dos clãs), e seguram a liderança da Camarilla, a organização política que construíram para governar sobre a sociedade vampírica.

Os Clãns do Sabbat:

Lasombra: O clãn Lasombra é o coração do Sába. Manipuladores e espertos, o clãn Lasombra vem bem de antigamente, e é bem popular pela sua Disciplina Tenebrosidade, temida por muitos. Os Lasombras tendem a ter uma beleza tipicamente intimidadora.

Tzimisce: Se os Lasombras são o coração do Sába, o clãn Tzimisce é a alma, conhecidos como dêmonios, o clãn Tzismice é temido por muito pelos seus atos de “bela arte”.

Os Clãns dos Independentes:

Assamitas: O Clã Assamita é um dos mais temidos, “dominados” por muito tempo pela Camarilla através da Maldição lançada pelos Tremere, foram por muito tempo assassinos contratados pelos mais diversos povos das Trevas em troca da preciosa Vitae.

Seguidores de Set: Sabe qual a diferença de um membro desse clã para um cobra? Simples, a cobra é irracional. Possuidores de uma lábia divina, esses Vampiros são conhecedores de muitos segredos, muita riqueza e merecedores de pouca confiança.

Giovanni: Os Giovanni são conhecidos pela sua historia, e por sua paixão pela morte, eles são os famosos Necromantes, geralmente ricos e magnatas, os Giovanni são bem conhecidos por suas posses, e alto Status dentro das Seitas.

Ravnos: Se um Clãn pode ser conhecido pelo seu sendo de humor negro, esse clãn é o Ravnos, conhecidos por suas ilusões, que chegam a um nível se tornarem reais, são tão traiçõeiros como o clãn Seguidores de Set.

Desde o primeiro momento, um dos temas centrais do jogo é a Gehenna, o fim do mundo. O apocalipse dos vampiros está perto. Todas as profecias falam dele e todos temem sua chegada, cada vez mais certa. Talvez a Jihad seja um modo para que os Antediluvianos ascendam e se salvem dela, e por ela lutam, manejando seus descendentes como peças de uma grande xadrez. Ou talvez seja apenas um meio de distraí-los do fim do mundo inevitável. Seja lá qual seja a resposta, nenhuma delas é agradável, igual ao resto deste escuro mundo. Ressalto que Vampiro: A Máscara ganhou o prêmio Origins em 1991 ao melhor sistema de regras do jogo de RPG.

Vale dizer que a terceira edição é mais uma segunda edição revisada, algo como D&D 3ª e 3.5. Algumas mecânicas e elementos de Metaplot, foram alterados, entretanto, o jogo em si continuou igual. A segunda edição acrescentou mudanças significativas em relação a primeira. O universo de Vampiro se havia expandido enormemente. O Sabbat deixava de ser algo tão secreto, assim como surgiram numerosos suplementos, citando alguns dos mais interessantes:

  • Livros de clã: neles se expandia com grande detalhe a historia, estrutura e personagens notáveis de cada um dos clãs. Novos poderes e méritos específicos. Alguns deles, como o clã Malkavian, são muito originais.
  • Guias de seitas: o Guia da Camarilla e o Guia do Sabbat, que nos apresentavam a linhas de sangue, clãs menores surgidos de outros clãs vampíricos, com suas respectivas disciplinas, uma extensa descrição de ambas as organizações. Também foram englobados nesta categoria a Mão Negra, o guia dos Anarquista, etc.
  • By Night. Desde Montreal a México, de Los Angeles a Nova York, estes suplementos são pequenos settings para desenvolver aventuras em localizações específicas, transformando as cidades reais em cidades do Mundo das Trevas.

Devido a seu enorme impacto no mundo do RPG, uma serie de ambientações tipo saíram do jogo original, tais como:

  • Vampiro: Idade das Trevas. Aventuras na Europa da baixa Idade Média, com clãs extintos como os Capadócios.
  • Vampiro: Estirpe de Oriente. Tratava exclusivamente dos Catayanos, o vampiros originários do continente asiático. Com seus clãs, seitas, disciplinas e intrigas próprias.
  • Vampiro: Era Vitoriana. Obscuridade e sangue na época de Jack, o estripador.
  • Vampiro: Estirpe de Ébano. Tratava exclusivamente dos vampiros africanos.

Todos estes suplementos usavam o mesmo sistema de regras do Mundo das Trevas e estavam integrados dentro do Metaplot. A partir de Vampiro: A Máscara saíram diferentes linhas do Mundo das Trevas, além de cardgames, videogames, e até uma série de televisão. Um dos mais conhecidos sendo o Vampire the Mascarade – Bloodlines.

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E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

Eu não sou muito fã de quadrinhos, mas sou apaixonada pelos filmes da Marvel e por alguns de seus super heróis (Ai Homem de Ferro!).
O Etílicos é um blog que tem como foco principal falar de forma original e descontraída sobre bebidasalcoólicas e o que isso tem a ver com quadrinhos e com The Avengers? Muito bem, passeando por blogs parceiros descobri algo muito util para quem é nerd, fã de quadrinhos e claro não dispensa a companhia daquela cerveja mega especial.
Então segue uma lista de cervejas onde encontramos a junção das características de cada herói e a cerveja que é a cara deles.

 

VIUVÁ NEGRA

guinness 300x127 E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

A nossa querida espiã Viúva Negra, especialista em retirar qualquer tipo de informação e habilidosa nas artes marciais merece uma cerveja “negra”, forte, mas que tenha um toque suave, uma espuma suave e marcante, que permanece bastante tempo no copo, representando o lado feminino. E qual a melhor representante para ela? Sim, a nossa querida irlandesa Guinness! Irish Stout para nossa querida Viúva Negra!

GAVIÃO ARQUEIRO

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Esse foi um dos mais dificeis até porque confesso que acho ele um herói bem meia boca, ele é um excelente herói mas é dificil relaciona-lo com alguma cerveja. Então fiz uma escolha baseado nas minhas aulas de Biologia. O gavião da familia Gavionalis é primo das corujas (família Corujanalis),com essa informação tudo ficou mais claro na minha mente. O coadjuvante querido Gavião Arqueiro será representado pela cerveja brasileira Coruja! A escolha foi só pelo fato de envolver uma ave mesmo, nem sei qual a familia da Coruja

CAPITÃO AMÉRICA

bud 300x225 E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

Agora vamos ao queridinho da América, o Capitão América. Segundo consta ele é um líder nato, foi criado para dar um incentivo aos soldados americanos nas Guerras. Pensei, pensei e qual a cerveja que mais representa os americanos? Sim, Budweiser! Então o nosso herói que veste aquela roupinha ridícula, porém sexy será representado pela tradicional cerveja Budweiser!

HOMEM DE FERRO

Flying Dog 300x197 E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

Essa escolha foi uma das mais difíceis. O Homem de Ferro, do filme Os Vingadores, é como ele mesmo se definiu: “Um bilionário, gênio, playboy e filantropo”, então qual cerveja poderia fazer frente a uma descrição humilde dessas? Levei em consideração o fato de ele ser malandro, despojado (metade do filme ele está com uma camiseta do Black Sabbath) e gostar de causar um impacto. Logo lembrei da cervejaria Flying Dog! Ela tem um dos rótulos mais legais do mercado, sempre experimentam novas receitas, causam polêmica com novos tipos de cerveja e no filme, polêmica, malandragem e esperteza são sinônimos do Homem de Ferro.

HULK

hulk E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

Hulk, Smash! A principal característica do Hulk é esmagar e destruir tudo o que ele vê pela frente. O Hulk é disparado um dos heróis mais fortes, logo, o Incrível Hulk fica representado pela cerveja alemã Schorschbräu Schorschbock 57% finis coronat opus!

THOR

deus 300x300 E se os heróis do filme The Avengers fossem cervejas?

O Thor é um semideus, famoso pelo seu martelo e por ter controle sobre os raios. No filme ele troca pancadas com o Hulk, então merece uma cerveja de respeito. Qual é um dos mais respeitados países quando o assunto é cerveja? Hmmm Bélgica. E qual a cerveja Belga que representaria perfeitamente um Deus? Sim, caros leitores, a Deus! Então o Thor fica com a cerveja “quase champagne” ,belga, Deus!

E ai gostaram? Se tiverem outra ideia de cerveja para compararmos com os heróis é só deixar seu comentário.

Créditos: O Clube da Cerveja

Ateus, expliquem essa

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