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Além das batatas fritas e dos waffles com açúcar, a Bélgica tem também algumas das melhores cervejas do mundo. Não é de se espantar que o país seja também a casa do bar que possui o recorde de maior opções da bebida num cardápio. Desde 2004, o Délirium Café, no centro de Bruxelas, ostenta o título. Ao todo são 2.491 marcas. Só de belgas, são 1.416, incluindo as famosas trapistes, feita por monges. É literalmente cerveja para todos os gostos, num bar que à primeira vista pode não agradar aos clientes mais exigentes, pelo atendimento um tanto quanto improvisado, mas que apreciador de cerveja nenhum pode botar defeito.

O bar, que fica próximo a Grand-Place e ao Museu Real de História, parece saído de um conto medieval. Do lado de fora, a porta escondida pelas mesas que ficam na pequena calçada nem chama tanto a atenção – a não ser pelas plaquinhas com o elefante rosa, símbolo da cerveja que dá nome ao bar. Lá dentro, no entanto, o visual é completamente diferente. O ambiente é escuro, todo decorado com placas e garrafas de cervejas do mundo inteiro, inclusive algumas brasileiras.

Para quem espera um lugar calmo, onde o atendimento é perfeito, talvez este não seja o seu lugar. O subsolo fica geralmente lotado, e as mesas feitas com grandes tonéis de madeira são disputadas, assim como o cardápio. Talvez para economizar papel, existe apenas um cardápio completo, que fica circulando entre as muitas mesas do salão. A enorme pasta traz a descrição de cada cerveja, por isso é preciso ficar atento ao local onde está o cardápio e, se possível, escolher pelo menos as primeiras marcas que você vai querer beber.

Se não conseguir o cardápio, tente pedir alguma sugestão ao barman. Isso mesmo, não tem garçom. Cada vez que você quiser uma cerveja ou aperitivo – não são muitas as opções, mas a tábua de queijos vale a pena – vai precisar levantar da cadeira e disputar espaço entre os clientes para conseguir ser atendido. E nada de cartão de crédito, ali você paga na hora, em cash, ou melhor, em euros. Ah, mas como em qualquer lugar da Europa onde se é atendido no balcão, também não é preciso pagar o serviço.

Depois desta descrição, você deve estar se perguntando qual é a graça de ir num lugar que fica lotado, onde você precisa correr atrás do cardápio e ainda é obrigado a levantar para comer. A graça é a cerveja, claro! Para quem aprecia a bebida, o bar se torna um verdadeiro pedaço do paraíso, onde é possível degustar desde as lagers mais comuns até as deliciosas lambics, como a Kriek e a Premium Faro, além das famosas trapistes belgas. O interessante é que cada uma tem seu copo específico e, assim como na Alemanha, nenhuma é estupidamente gelada.

Além das marcas belgas, o cardápio inclui produtos de outros 78 países. O maior contingente é o francês, que divide os tipos de cerveja pelas diferentes regiões do país. Mas quem quiser também pode degustar marcas de lugares como Congo, Tanzânia e Mongólia. Vale provar algumas, claro, mas estando na Bélgica, aproveite para beber as marcas nacionais – que são tão caras aqui no Brasil – como a Délirium Tremens, que chegou a ser considerada a melhor cerveja do mundo em 1998, ou a Blanche de Watou, de trigo. Só não esqueça de pedir água de vez em quando para não sair de lá trocando as pernas.

Délirium Café: Impasse de la Fidelité, 44- 1000, Bruxelas. Tel. +32 25144434/ http://www.deliriumcafe.be

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/boa-viagem/bar-em-bruxelas-serve-mais-de-2-mil-cervejas-para-delirar-3062027#ixzz2TYNN4eaq
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Próxima Parada: Praga

Sim, o climão de europa oriental, as casas de absinto e o ar meio estranho de Praga me fascinam demais da Conta! Porém a Capela dos Ossos que fica em uma cidade próxima de deixou ainda mais interessada em conhecer a região 🙂

Se você se impressiona com coisas do além, fantasmas e congêneres, vai adorar este post (mas provavelmente vai evitar o lugar). Em Sedlec, uma cidadezinha perto de Kutna Hora, por sua vez uma cidadezinha perto de Praga (uns 60km), está uma capela famosa por sua decoração, digamos… diferente. A capela, que fica dentro de um cemitério (uhuhuhuhuh) é decorada com uns 40 mil ossos humanos.

Não, não é o brasão do Sedlec F.C.

Não, não é o brasão do Sedlec F.C.

São lustres, brasões, adornos na parede, todos usando como matéria prima crânios, úmeros, rádios, tíbias, perônios e outros ossos de gente morta há mais de cinco séculos. Ajuda a criar o clima o fato de ser num subterrâneo. Mas é bem iluminado, então não é nada parecido com um trem fantasma. Leia mais…

Próxima Parada: Amsterdam

Canais de Amsterdam

Pessoal, achei um blog bem legal de dicas para visitar Amsterdam 🙂

Segue um post bem bacana:

O que fazer em Amsterdam? Ok, essa é talvez a coisa que mais me perguntam quando as pessoas descobrem que elas irão visitar Amsterdam a turismo e que, coincidentemente, eu moro aqui: o que tem pra fazer em Amsterdam? Oras, Amsterdam é uma capital de um país, uma cidade histórica e cosmopolita e tem coisas pra se fazer pra gente de todos os gostos.

Mas, claro, sempre tem aquelas coisas mais turísticas, típicas… Leia mais
Leia mais em: Top 5 coisas pra fazer em Amsterdam — Ducs Amsterdam http://www.ducsamsterdam.net/top-5-coisas-pra-fazer-em-amsterdam/#ixzz2LLmSzXfO
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Lotjina

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Viaje com Pam Pam

USA, Navio e agora Londres! Entra nessa e viaje com Pam Pam!!!

Fabricio Zillig

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If not the biggest, definitely the worst

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Cerveja com Ogros

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Oficina da Crônica

O curso tem como proposta metodológica a produção de crônicas em todas as aulas a partir do estudo linguístico e histórico do gênero. Os alunos terão contato com os principais autores brasileiros desde o século XIX e estudarão os diversos estilos, além das técnicas específicas. Faremos análise de ritmo, sonoridade, uso de metáforas, clichês, construção de personagem, revisão de fair diver e outras características desse tipo de narrativa.

Ohm The Road

Documentário. Road Movie. India, Himalaya, Nepal.

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Lesfar Inmors, ORKUT!

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